sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Capitulo 1

 Lyanna Lannister, é uma jovem garota, de longos cabelos ondulados negros como a noite,- com o brilho das estrelas- e olhos de um azul intenso  lembrava uma boneca, por ser tao pálida, tão  frágil, tão delicada. Deveria ter pouco mais de 1,60 e não passava de 50 quilos, quem a olhava não imaginava tudo pelo o que essa, ainda garota, passara.
 Desde quando sua mãe morrera, Lyanna não teve mais ninguém pra conversar, sem amigos, ou um pai presente, Lyanna acaba ficando a mercê dos venenos de sua madrasta, que a maltrata e inventa mentiras a seu respeito à seu pai.
 Felizmente Lyanna tem um refugio, um lugar onde pode fugir de tudo e de todos, um lugar onde ela pode sentir, sentir felicidade, sentir que faz parte de algo, algo muito maior que sua realidade triste, é mais fácil dizer que lá, na Companhia de Balé, com aqueles vários espelhos, Lyanna simplesmente sente.
 Eram 6:45, de uma segunda feira, quando Lyanna desceu as escadas que dava no seu quarto para o desjejum, quando para sua infelicidade, depara com Soraiah, já toda maquiada em plena manha.
 _Garota abusada! Nem para preparar o café! Pensa que tem empregada?!- disse com aquela voz aguda irritante. Lyanna limitava olha-la.
_Soraiah, minha querida- interveio o pai- o que esta havendo aqui?
_Nada meu bem, imagine eu aqui fazendo um favor para sua filha e ela vem brigando comigo!-choramingou fingidamente.
_Lyanna! Eu já lhe disse para não fazer isso com Soraiah, ela só esta tentando ajuda-la!- brigou Patrick, mais uma vez acreditando em tudo que sua "querida" falava, nem dando a chance de Lyanna, sua filha explicar-se.- Soraiah, minha querida não fique assim, Lyanna fara algo para recompensa-la!
Soraiah riu disfarçadamente, fingindo um choro contido.
_Como quiser papai.- disse secamente.
 "Papai! " pensou Lyanna, " Deixou de ter o mesmo significado desde quando mamãe morreu! "
Pegando sua mochila e claro, sua sapatilha de balé, estava indo para escola quando seu pai a pergunta se não queria uma carona até o colégio, surpreendendo-a para depois dizer indiferente:
_É caminho mesmo!
" Claro! " sorriu tristemente.




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